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Chefe da diplomacia europeia critica ordem de Trump sobre refugiados

Chefe da diplomacia europeia critica ordem de Trump sobre refugiados
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De  Isabel Marques da Silva com LUSA
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A chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, criticou a ordem executiva do Presidente dos EUA que impede a entrada de refugiados e também de cidadãos de sete países específicos.

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Multiplicam-se as críticas à ordem executiva do Presidente dos EUA que proíbe a entrada a todos os refugiados durante 120 dias, assim como a de todos os cidadãos de sete países de maioria muçulmana durante 90 dias.

Uma das reações negativas veio da chefe da diplomacia europeia, no final de um encontro como o ministro dos Negócios Estrangeiros da Noruega, esta segunda-feira, em Bruxelas.

Federica Mogherini disse que “a União Europeia acredita firmemente num sistema baseado em regras internacionais, respeitamos todas as pessoas independentemente da religião, origem étnica, nacionalidade ou género. Na Europa, a História demonstrou-nos que, quando se investe em muros, se corre o risco de ficar fechado numa prisão”.

A administração norte-americana argumentou que a moratória será usada para implementar um sistema de verificação extremamente minucioso dos pedidos de entrada no país.

O ministro norueguês Borge Brende também reagiu, dizendo que “para nós, uma moratória no acolhimento de refugiados por 120 dias não é algo que possamos sequer considerar, porque é contrário aos nossos padrões”.

Mas será que União Europeia está em condições de criticar os Estados Unidos face à incapacidade de gerir de forma humana e organizada os fluxos migratórios na região, nos últimos dois anos?

Para Shada Islam, investigadora do centro de estudos Friends of Europe, a União não tem sido o melhor exemplo: “No interior da União Europeia, seja em França ou na Holanda, os políticos moderados também parecem dispostos a adotar políticas xenófobas. Penso que Donald Trump tem uma noção muito clara de como a União Europeia se encontra numa posição fragilizada no que se refere a criticar a decisão norte-americana”.

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