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"Breves de Bruxelas": sucessora de Merkel, antissemitismo, manifesto e Rússia

"Breves de Bruxelas": sucessora de Merkel, antissemitismo, manifesto e Rússia
Direitos de autor REUTERS/Kai Pfaffenbach/File Photo
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De  Isabel Marques da Silva
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"Breves de Bruxelas": sucessora de Merkel, antissemitismo, manifesto e Rússia

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Annegret Kramp-Karrenbauer sucede a Angela Merkel como presidente dos democratas-cristãos (CDU) na Alemanha e é provável que venha mais a Bruxelas quando faltam seis meses para as eleições europeias.

Merkel deverá preparar Kramp-Karrenbauer para manter os conservadores no poder no país, em 2021. Tal poderá implicar, também, estar à altura dos desafios do chamado eixo franco-alemão, principal motor da integração europeia.

Este é o tema de abertura do programa "Breves de Bruxelas", que passa em revista a atualidade europeia diária. Em destaque estão, também, as seguintes notícias:

  • O antissemitismo está a aumentar um pouco por toda a Europa, de acordo com uma sondagem efetuada pela Agência dos Direitos Fundamentais da União Europeia, em 12 países, divulgada, segunda-feira, pela Comissão Europeia.
  • Thomas Piketty lançou um "plano para uma Europa mais justa" que visa combater o populismo de direita. O economista francês lidera um grupo que assinou um manifesto onde se anuncia a intenção de criar uma Assembleia Europeia, com um orçamento anual de 800 mil milhões de euros.
  • Nove pessoas envolvidas na organização de eleições locais nas regiões separatistas da Ucrânia foram colocados numa lista negra da União Europeia. Contudo, os ministros dos Negócios Estrangeiros, reunidos, em Bruxelas, segunda-feira, não chegaram a acordo para adotar mais medidas punitivas contra a Rússia por causa do incidente no Mar de Azov, em novembro.
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