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"Breves de Bruxelas": Orbán e o PPE, Lei da Acessibilidade, Segurança Rodoviária e Populismo

"Breves de Bruxelas": Orbán e o PPE, Lei da Acessibilidade, Segurança Rodoviária e Populismo
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De  Ricardo Borges de Carvalho
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Estes são alguns dos temas em destaque esta quarta-feira, em Bruxelas

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Parece cada vez uma certeza de que Viktor Orbán e o partido húngaro Fidesz vão ser suspensos ou expulsos do Partido Popular Europeu. Apesar das várias tentativas para convencer o primeiro-ministro húngaro a recuar nalgumas das suas políticas, as diferenças mantém-se, mesmo depois do líder do PPE se ter reunido pessoalmente com Orbán.

O debate para a suspensão ou expulsão do Fidesz do PPE acontece depois de 13 partidos, entre eles o PSD e o CDS, terem pedido formalmente que o partido húngaro fosse alvo de uma sanção interna.

Este é o tema de abertura do programa "Breves de Bruxelas", que passa em revista a atualidade europeia diária. Em destaque estão, também, as seguintes notícias:

  • O Parlamento Europeu adotou a nova Lei da Acessibilidade. As novas medidas pretendem tornar mais fácil a pessoas com deficiência ou idosos o acesso a produtos e serviços essenciais, como smartphones, caixas multibanco, máquinas de venda de bilhetes ou serviços bancários. As empresas de média e grande dimensão vão passar a ter de apresentar produtos e serviços mais acessíveis, mas as microempresas ficam para já isentas ou parcialmente isentas da nova lei.
  • O Parlamento Europeu defende novas medidas para reduzir os acidentes nas estradas. As regras tornariam obrigatórias várias características de segurança nos carros novos, como terem por exemplo sensores de cansaço do condutor. A proposta visa também adaptar a legislação tendo em conta as evoluções tecnológicas e as tendências sociais, como o envelhecimento da população ou as novas causas de distracção dos condutores.
  • Os líderes de algumas empresas de topo na Alemanha alertaram contra o populismo. Os Presidentes da ThyssenKrupp, E.ON, RWE e da Evonik olharam para a campanha eleitoral das europeias e consideraram que o consenso de que mais cooperação leva a mais prosperidade para todos está agora ameaçado. Pediram por isso aos funcionários que fossem votar nas eleições de maio.
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