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"Breves de Bruxelas": Asilo, aborto e Brexit

"Breves de Bruxelas": Asilo, aborto e Brexit
Direitos de autor DARRIN ZAMMIT LUPI
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De  Isabel Marques da Silva
Publicado a
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A reunião informal de ministros da Administração Interna de quatro países da União Europeia, sobre a distribuição de pessoas resgatadas no Mediterrâneo, faz a abertura do programa sobre a atualidade europeia.

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O governo de Portugal tem sido um dos que, voluntariamente, acolhe pessoas resgatadas no mar Mediterrâneo, mas não foi convidado para a reunião informal dos ministros da Administração Interna da União Europeia, segunda-feira, em La Valletta (capital de Malta).

Apenas representantes de Malta, Itália - habituais portos de desembarque -, França e Alemanha participaram. Os últimos dois países tentam liderar o processo de criação de um mecanismo de distribuição automática de requerentes de asilo.

Este é o tema de abertura do programa "Breves de Bruxelas", que passa em revista a atualidade comunitária. Em destaque estão, também, as seguintes notícias:

  • Cerca de 50 mil eslovacos manifestaram-se, domingo, em Bratislava (capital), para pedir a total proibição do aborto. Os manifestantes estão contra a atual lei na Eslováquia, que permite a interrupção até a 12ª semana de gravidez, e não admitem sequer excepções em casos de violação da mulher ou malformação do feto.
  • A indústria automóvel europeia fez um alerta sobre os efeitos de um Brexit sem acordo. Numa rara declaração conjunta, líderes de de 23 associações de empresas disseram que a saída desordenada teria um impacto "sísmico" no setor. A Grã-Bretanha é o destino de cerca de 10% dos veículos montados na União Europreia.
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