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Infraestruturas da União Europeia "precisam de proteção", avisa Ylva Johansson

Infraestruturas críticas da União Europeia estão em situação de vulnerabilidade de acordo com a comissária europeia com a pasta dos Assuntos Internos
Infraestruturas críticas da União Europeia estão em situação de vulnerabilidade de acordo com a comissária europeia com a pasta dos Assuntos Internos Direitos de autor Stefan Sauer/(c) Copyright 2022, dpa (www.dpa.de). Alle Rechte vorbehalten
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De  Euronews
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Comissária europeia com a pasta dos Assuntos Internos manifestou-se em entrevista à Euronews e descreveu situação de vulnerabilidade

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As infraestruturas críticas da União Europeia (UE) estão vulneráveis e precisam de mais proteção, de acordo com a comissária europeia com a pasta dos Assuntos Internos.

Em entrevista à Euronews, no rescaldo da alegada sabotagem dos gasodutos Nord Stream, Ylva Johansson disse que a guerra na Ucrânia também é uma grande ameaça para o bloco europeu.

Desde 2008 que a UE tem em vigor uma diretiva sobre as infraestruturas criticas. No início do ano, as instituições europeias chegaram a um acordo político sobre novas regras, mais abrangentes.

"Sabemos que estamos vulneráveis e é por isso que a Comissão Europeia propôs uma ambição muito maior na nova diretiva e os colegisladores também concordaram com isso. Por isso, estamos melhor preparados em matéria de legislação. Mas está claro que esta guerra e esta ameaça visam também a União Europeia. Temos de estar cientes disso e preparar-nos", sublinhou Ylva Johansson.

A diretiva atualizada sobre as infraestruturas críticas vai abranger 11 áreas de risco: riscos naturais, ataques terroristas, ameaças internas e sabotagem, mas também emergências de saúde pública, como a recente pandemia de COVID-19, por exemplo.

As novas regras entrarão em vigor em 2024, mas da Comissão Europeia ouvem-se pedidos para os Estados-membros anteciparem a aplicação.

"Na nova legislação, abrangemos 11 áreas diferentes. A anterior abrangia apenas duas áreas. Temos uma ambição muito maior no tipo de proteção e também há a possibilidade de os Estados-membros terem penalizações para entidades que não cumpram a legislação. Assim, estaremos muito melhor preparados. E mesmo que não seja necessária a implementação antes de 2024, é sempre possível a implementação imediata. E é assim que vou argumentar com os Estados-Membros", acrescentou Johansson.

A legislação também dá ênfase à cibersegurança.

No novo sistema, os Estados-membros e os operadores serão obrigados a verificar regularmente os sistemas de infraestrutura crítica e corrigir quaisquer problemas.

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