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Eurodeputados pedem entrada da Roménia e da Bulgária no espaço Schengen

Os países fora do espaço Schengen não gozam de medidas de isenção de passaporte e vistos
Os países fora do espaço Schengen não gozam de medidas de isenção de passaporte e vistos Direitos de autor Valentina Petrova/AP2011
Direitos de autor Valentina Petrova/AP2011
De  Sandor ZsirosChristopher Pritchers & Isabel Marques da Silva
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A votação de mais uma resolução, no Parlamento Europeu, esta terça-feira, revelou um apoio esmagador à entrada dos dois países no espaço que dispensa o uso de passaporte e vistos.

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O Parlamento Europeu volta a pressionar para que a Roménia e a Bulgária façam parte do chamado espaço Schengen de livre ciculação, o mais rapidamente possível.

Os dois Estados-membros da União Europeia (UE), desde 2007, fizeram as reformas pedidas, mas há um bloqueio político por parte de alguns dos outros 25 países da UE e a decisão tem de ser unânime.

Os eurodeputados argumentam que manter controlos nas fronteiras internas da UE é discriminatório e tem grande impacto nas vidas das pessoas, inlcuindo de muitos trabalhadores transfronteiriços.

"No que diz respeito aos critérios para aceder ao espaço Schengen, os dois países estão preparados para os aplicar. É algo no qual temos insistido no Parlamento, ao longo destes anos, com várias resoluções que apresentámos. A questão tem estado, durante todo este tempo, bloqueada a nível político, e é aí que o esforço tem de ser feito neste momento", disse Dragoș Tudorache, eurodeputado liberal romeno, em entrevista à euronews.

"Estou convicto, também devido ao debate que agora fizemos, que a nossa mensagem política vai ser ouvida pelo Conselho Europeu. Espero que, na cimeira de dezembro, seja finalmente adotado este importante marco", acrescentou Dragoș Tudorache.

A votação de mais uma resolução, no Parlamento Europeu, esta terça-feira, revelou um apoio esmagador à entrada dos dois países no espaço que dispensa o uso de passaporte e vistos.

A decisão não é vinculativa, mas pode ajudar a obter a luz verde para uma medida que também ajudaria a fortalecer o mercado único de mercadorias e serviços.

Mas há quem ainda discorde da prontidão da Roménia e da Bulgária, nomeadamente Patricia Chagnon, eurodeputada francesa de extrema-direita: "Vimos nos últimos anos que as fronteiras externas europeias não estão a ser protegidas, por isso temos uma grande preocupação com a segurança dentro do espaço Schengen. Assim, queremos esperar e estar seguros, antes das novas adesões, de que somos capazes, realmente, de proteger as fronteiras externas".

Entre os países da UE, além da Bulgária e da Roménia, apenas Croácia, Chipre e Irlanda não fazem parte do espaço Schengen.

A Croácia está na iminência de entrar, mas problemas fronteiriços específicos não permitem a entrada de Chipre - em disputa com a Turquia - e da Irlanda - por causa da parte Norte ser território do Reino Unido.

Islândia, Noruega, Suíça e Liechtenstein são países externos à União Europeia que também fazem parte do espaço Schengen.

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