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Eurodeputados fazem o balanço de 2022

Eurodeputados reunidos numa sessão plenária em Estrasburgo
Eurodeputados reunidos numa sessão plenária em Estrasburgo Direitos de autor  AP Photo/Jean-Francois Badias
Direitos de autor AP Photo/Jean-Francois Badias
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O ano que agora acaba foi um dos mais intensos da história da União Europeia, que enfrentou o regresso da guerra ao continente europeu, uma crise energética, a inflação e um escândalo de corrupção em Bruxelas.

O ano que agora acaba foi um dos mais intensos da história da União Europeia, que enfrentou o regresso da guerra ao continente europeu, uma crise energética, a inflação e um escândalo de corrupção em Bruxelas. 

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No último plenário do ano, em Estrasburgo, a Euronews pediu a alguns deputados europeus para elegerem os seus destaques do ano e as prioridades para 2023.

Para o eurodeputado belga Philippe Lamberts, copresidente do grupo dos Verdes/ Aliança Livre Europeia, "o maior desafio foi evitar que o Pacto Ecológico Europeu e o Objetivo 55 descarrilassem" . "Nós conseguimos isso de certa forma", realça Lamberts, que tem, no entanto, uma preocupação: "Mas, por outro lado, sente-se a pressão para enfraquecer as ambições do Pacto Ecológico, e essa é uma preocupação séria para nós."

O eurodeputado irlandês Luke Ming Flanagan (A Esquerda), entende que a sua "maior luta" no próximo ano será a Diretiva de Restauro da Natureza. E garantir que haja "uma situação em que se possa ter segurança alimentar e também ter segurança quando se trata da biodiversidade e do clima". 

Radosław Sikorski, eurodeputado polaco do Partido Popular Europeu, destaca a crise energética: "Temos de enfrentá-la, porque é uma questão de proteger o clima do nosso planeta, mas também uma questão de segurança. Não podemos depender de Putin e não podemos ser chantageados por um estado autoritário como esse. Por isso, vou continuar a tentar persuadir esta Câmara e outras instituições da UE e mesmo os Estados-Membros de que já está na hora de levar a sério a defesa europeia".

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