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Europa e NATO bastante céticos com "plano de paz" da China

Presidente da Comissão Europeia e secretário-geral da NATO com a primeira-ministra da Estónia, em Tallin
Presidente da Comissão Europeia e secretário-geral da NATO com a primeira-ministra da Estónia, em Tallin Direitos de autor Pavel Golovkin/Copyright 2023 The AP. All rights reserved
Direitos de autor Pavel Golovkin/Copyright 2023 The AP. All rights reserved
De  Euronews com Lusa / AFP / AP
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Comissão Europeia e Aliança Atlântica consideram que "falta credibilidade" a Pequim, que há muito "tomou partido" a favor da Rússia

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Ursula von der Leyen e Jens Stoltenberg mostram grande ceticismo face ao "plano de paz" para a Ucrânia apresentado pela China.

A presidente da Comissão Europeia e o secretário-geral da NATO estiveram juntos em Tallinn para assinalar o aniversário da independência da Estónia, que coincide com o primeiro aniversário da invasão russa da Ucrânia.

A chefe do executivo europeu frisou que o projeto apresentado por Pequim "não é propriamente um plano de paz" e que é preciso "ter em conta, como pano de fundo, que a China tomou partido" desde o início a favor da Rússia.

Bruxelas destaca, nomeadamente, que não há qualquer menção no texto a um "agressor".

NATO destaca "falta de credibilidade" da China

Já Stoltenberg afirma que Pequim "não tem muita credibilidade", lembrando que as autoridades chinesas "não foram capazes de condenar a invasão ilegal" e, dois dias antes da mesma, assinaram um acordo de "parceria ilimitada" com a Rússia.

A Alemanha foi um dos países a reagir rapidamente com críticas ao plano da China.

O presidente alemão Frank-Walter Steinmeier exprimiu "dúvidas" quando ao "papel construtivo" que Pequim poderá desempenhar no caminho para a paz na Ucrânia e o governo germânico frisou que a proposta chinesa contêm vários pontos importantes, mas omite um crucial: em primeiro lugar, a retirada das tropas russas da Ucrânia.

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