EventsEventosPodcasts
Loader
Encontra-nos
PUBLICIDADE

"Estado da União": Incêndios devastadores e impasse político em Espanha

Eleições em Espanha acabaram em impasse e são lição para os restantes países que temem o populismo
Eleições em Espanha acabaram em impasse e são lição para os restantes países que temem o populismo Direitos de autor Emilio Morenatti/Copyright 2023 The AP. All rights reserved
Direitos de autor Emilio Morenatti/Copyright 2023 The AP. All rights reserved
De  Stefan Grobe
Publicado a
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

Os fogos florestais devastadores e a cena política em Espanha foram dois temas em destaque na União Europeia.

PUBLICIDADE

O sul da Europa tem estado no centro de ondas de calor constantes e sem precedentes, há mais de duas semanas e este calor extremo causou incêndios florestais de proporções apocalípticas.

A Comissão Europeia anunciou, esta semana, que vai adquirir 12 novos aviões para aumentar a capacidade da sua frota aérea de combate a incêndios florestais, com o sul do bloco a ser o mais afetado pelos incidentes.

Outro tema que dominou a cena política europeia foram as eleições em Espanha, que deixaram tudo em aberto. 

Contrariamente ao que as sondagens sugeriam na véspera da ida às urnas,  o partido de extrema-direita, Vox, perdeu lugares, e nenhum dos grandes partidos conseguiu uma maioria decisiva para formar governo.

A euronews entrevistou Doru Frantescu, diretor executivo e fundador da Matrix UE (plataforma de investigação sobre a elaboração das políticas europeias), àcerca da possível sobrevalorização do fenómeno populista.

"Penso que por vezes estamos a sobrevalorizar e por vezes a subestimar e ambos os fenómenos se devem à ansiedade que falar destes partidos e das suas intenções provoca nas sociedades. Estamos a falar muito sobre as suas intenções, que são por vezes imprevisíveis. Isso gera muita ansiedade. Isso dá a impressão, por vezes, de que estão a crescer mais do que realmente crescem, como aconteceu em Espanha", explicou. 

"Mas noutras ocasiões subestimamos a extrema-direita porque pensamos que não vão atrair uma parte substancial do eleitorado. Às vezes acontece e outras vezes não. Portanto, os fenómenos deste tipo dependem de vários contextos", acrescentou.

(Veja a entrevista na íntegra em vídeo)

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

Portugal é um dos contemplados com os 12 aviões de combate a incêndios da UE

Estado da União: A cimeira da NATO e a autodeclarada missão de paz de Orbán

Estado da União: fome iminente no Sudão e a presidência da UE de Orbán