Newsletter Boletim informativo Events Eventos Podcasts Vídeos Africanews
Loader
Encontra-nos
Publicidade

AirTags na bagagem reduzem em 90% número de malas perdidas para sempre

AirTags são agora essenciais ao fazer a mala
AirTags tornam-se essenciais na bagagem Direitos de autor  Thai Nguyen/Unsplash
Direitos de autor Thai Nguyen/Unsplash
De Dianne Apen-Sadler
Publicado a Últimas notícias
Partilhar Comentários Siga a Euronews no Google
Partilhar Close Button

A utilização de um dispositivo de localização reduziu em 26% os tempos de recuperação, segundo o relatório SITA 2026 Baggage IT Insights.

Fazer a mala com o essencial já não é bem o mesmo. Meias, roupa interior, protetor solar… e um Apple AirTag (ou outro dispositivo de localização à escolha).

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Para muitos viajantes, saber exatamente onde está a mala traz uma tranquilidade extra, mesmo perante o pesadelo de ver a última peça de bagagem no tapete rolante sem que a sua apareça.

Agora, novos dados recolhidos pelo SITA WorldTracer (fonte em inglês), um sistema de automatização de bagagens usado por 500 companhias aéreas e 2 800 aeroportos, mostram que as malas com estes dispositivos têm muito menos probabilidades de se perderem definitivamente e que os passageiros voltam a receber os seus pertences mais depressa.

Segundo o relatório SITA 2026 Baggage IT Insights, o número de malas verdadeiramente perdidas (a maior parte acaba por ser localizada; apenas uma minoria é irrecuperável) diminuiu 90 % quando a bagagem em causa tinha um Apple AirTag ou um acessório da rede Find My.

As companhias que utilizam a integração Apple Find My e Share Item Location no WorldTracer registaram também uma redução de 26 % no tempo necessário para recuperar malas atrasadas.

No conjunto, as taxas de mau manuseamento de bagagens e o volume total de malas mal processadas caíram 23 % e 19 %, respetivamente, em 2025, atingindo o valor mais baixo de sempre, excetuando o período da pandemia.

Pergunta‑se porque é que as malas se atrasam? A principal causa, responsável por 39 % dos casos, é o mau manuseamento de bagagem em transferência, ou seja, quando a mala não chega a embarcar no voo de ligação.

Erros de bilhética, trocas de bagagem e controlos de segurança causam 18 % dos atrasos, enquanto falhas no carregamento são responsáveis por 16 %. Serviços aduaneiros, condições meteorológicas, limitações de espaço ou peso e fatores ligados aos aeroportos explicam 11 %; erros no carregamento ou descarregamento representam 8 %; e erros de etiquetagem e mau manuseamento na estação de chegada correspondem a 4 % dos atrasos, cada.

Em 2025, cerca de 24 milhões de malas foram mal manuseadas, o que corresponde a 4,9 malas por cada mil passageiros.

Ir para os atalhos de acessibilidade
Partilhar Comentários Siga a Euronews no Google

Notícias relacionadas

"Salve uma vida, não uma mala": companhias aéreas podem trancar bagageiras superiores

"Uma viagem, um bilhete": bilhete único simplifica viagens de comboio na União Europeia

Skyscanner indica como encontrar voos baratos de última hora