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Estado Islâmico destrói espólio arqueológico milenar

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De  João Peseiro Monteiro  com REUTERS, APTN
Estado Islâmico destrói espólio arqueológico milenar

O autodenominado Estado Islâmico destruiu parte do espólio arqueológico do museu de Mossul, no Iraque. A organização extremista publicou um vídeo nas redes sociais que demonstra como os militantes reduziram a pedras estátuas da época assíria datadas dos séculos nono e sétimo antes de Cristo, assim como manuscritos milenares.

O grupo terrorista justificou a ação com a vontade do profeta. Maomé mandou “destruir estátuas e relíquias, e os seus companheiros fizeram o mesmo nas terras que conquistaram” – afirma um jihadista no vídeo. As imagens não puderam ser confirmadas pelas agências noticiosas, que apontam finais de janeiro como eventual data de filmagem. O Estado Islâmico conquistou a cidade iraquiana de Mossul em junho do ano passado.

Estes atos recordam a destruição dos Budas de Bamiyan, no Afeganistão, em março de 2001, pelos talibãs. Atualmente está em curso a reconstrução das duas estátuas de 38 e 58 metros.