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Migração ilegal: UE debate formas de acabar com as mortes no Mediterrâneo

Migração ilegal: UE debate formas de acabar com as mortes no Mediterrâneo
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A União Europeia está a debater, esta quinta-feira, em Bruxelas, as medidas que poderão vir a ser tomadas para acabar com as tragédias que tem vindo a avolumar-se este ano no mar Mediterrâneo provocadas pela excessiva migração ilegal rumo à Europa.

Esta é uma cimeira extraordinária, na qual está presente o primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, ao lado, por exemplo, da chanceler alemã Angela Merkel e do congénere italiano Matteo Renzi, o responsável pela realização desta reunião especial de líderes europeus. O pedido foi feito após o naufrágio de sábado à noite, que envolveu um cargueiro de bandeira portuguesa e, no qual, terão morrido mais de 800 pessoas.

Os “28” estão a analisar toda a problemática da migração clandestina para a Europa, que tem vindo a afetar diretamente países como a Itália, a Grécia ou a Roménia. Um dos pontos a merecer especial atenção será, com certeza, o lucrativo negócio das redes de tráfico que gerem as perigosas travessias marítimas sem respeito pelas vidas humanas.

À entrada para a reunião, Angela Merkel afirmou que estão em causa os valores e a credibilidade da Europa. “Este é uma tema de enorme importância para o salvamento de vidas humanas”, sublinhou a chanceler.

Só este ano, são já mais de 1700 as pessoas que morreram a tentar chegar por mar à Europa, oriundas do norte de África ou do Médio Oriente. Durante o ano passado, cerca 170 mil pessoas terão tentado cruzar o Mediterrâneo, dos quais mais de 3200 morreram no mar.

A Amnistia internacional exige mais ação e menos palavras à União Europeia.