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UE:Imigração

UE:Imigração
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O fluxo de pessoas que deixam África para a Europa aumentou no corrente ano. A maioria desembarcou em Itália, como por exemplo no Porto Empedocle, no mês de fevereiro. Durante os primeiros cinco meses de 2015, a Itália recebeu 45.600 imigrantes, ou seja 10% a mais que no ano passado durante o mesmo período, de acordo com o Alto Comissariado para os Refugiados das Nações Unidas.

Uma situação insustentável para Itália, que, com a Grécia, deve gerir sozinha a vaga de requerentes de asilo no âmbito dos acordos de Dublin (que devia agilizar o processo de atrivbzuição de asilo na UE).

Em Maio, a Comissão Europeia apresentou uma proposta de distribuição dos migrantes entre os países da UE, seguindo outros critério para além do país de entrada. O comissário da UE para os refugiados Dimitris Avramopoulos:.

- Devemos partilhar a responsabilidade todos juntos. É tempo para a solidariedade se transformar em política concreta. Há duas semanas, neste mesmo local afirmei: “É hora de parar de usar a solidariedade como slogan”.

O aumento da requerentes de asilo nos países fronteiriços do sul da UE pôs em evidência limites os limites dos acordos de Dublin, o principal objectivo é evitar que os imigrante solicitem asilo em diversos países ao mesmo tempo.

O programa da Comissão Europeia fixa as quotas em função do PIB do país, da sua população, da taxa de desemprego e do número de pedidos de asilo e refugiados recebidos durante os últimos 5 anos (entre 2010 e 2014).

De acordo com esses critérios, cerca de 50% dos 40 000 refugiados sírios e eritreus, atualmente na Itália e na Grécia, têm de ser repartidos entre a Alemanha, França e Espanha. O Reino Unido, a Dinamarca e a Irlanda constituem exceção em matéria de imigração, estão dispensados dos deveres..