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Reforma eleitoral em Hong Kong

Reforma eleitoral em Hong Kong
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De Maria-Joao Carvalho
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Durante 79 dias, os manifestantes silenciosos bloquearam o centro de Hong Kong. O movimento dos guarda-chuvas, como ficou conhecido, reuniu milhares

Durante 79 dias, os manifestantes silenciosos bloquearam o centro de Hong Kong. O movimento dos guarda-chuvas, como ficou conhecido, reuniu milhares de pessoas, unidas pela vontade de dizer não à reforma eleitoral proposta por Pequim para esta região administrativa especial.

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Atualmente, o chefe do governo de Hong Kong, Conselho Executivo, é eleito por um comité eleitoral de 1200 membros, maioritariamente ligados a Pequim.

A reforma propõe que o comité nomeie três candidatos que, só então, serão submetidos a sufrágio direto dos 5 milhões de residentes permanentes de Hong Kong.

Para os contestatários, esta filtragem denuncia uma falsa democracia, por isso exigem um sufrágio universal e direto do chefe de governo de Hong Kong, com base na lei fundamental em vigor na ilha.

Há um ano, o chefe do governo, Leung Chun-Ying, dava a sua resposta:

O governo da Região Administrativa Especialde Hong Kong não pode fazer o que a Lei Básica não lhe permite. A política é a arte do possível e temos de estabelecer uma linha entre o que é possível e impossível.

É tudo uma questão de interpretação da lei fundamental, equivalente a uma constituição herdada do tempo em que era colónia britânica.
Quando foi entregue à China, em 1997, Pequim comprometeu-se a manter durante 50 anos o direito e as liberdades individuais dos habitantes sob o princípio “um país, dois sistemas”. A cidade manteve a ecomiia de mercado, mas não tem nenhuma competência em matéria de política externa e defesa.

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