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Eurogrupo arranca com duras críticas ao referendo na Grécia

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Eurogrupo arranca com duras críticas ao referendo na Grécia
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Alexis Tsipras foi recebido com aplausos no Parlamento grego depois de anunciar que quer fazer um referendo às propostas dos credores internacionais. O tema ainda deve ser votado, mas a consulta pública deve acontecer a 5 de julho.
Menos calorosa foi a recepção de Varoufakis em Bruxelas. O ministro das finanças grego vai ter de explicar aos parceiros da moeda única e credores o porquê da decisão do governo; que pergunta vai ser colocada e quais as consequências.

O presidente do Eurogrupo foi um dos menos satisfeitos. À entrada para a reunião, Dijesslbloem afirmou que esta “é uma decisão triste para os gregos uma vez que fecha as portas a mais negociações, numa altura em que as portas ainda estavam abertas. Vamos esperar plas explicações do ministro grego”.

Os ministros finlandês e espanhol falavam numa distância cada vez mais curta do “plano A ao plano B” e Wolfgang Schauble, ministro alemão, disse, à entrada que gregos escolheram “terminar as negociações”.

A directora-geral do FMI, que também participa no Eurogrupo deste sábado teve um discurso menos pessimistas. Christine Lagarde prometeu “continuar a trabalhar” para garantir a estabilidade financeira da Grécia.

A correspondente da euronews em Bruxelas, Efi Kostokosta lembra que o ambiente é muito pesado nesta reunião com grande parte dos ministros das finanças da zona euro a rejeitar o pedido grego de extensão do atual programa até à realização do referendo, a 5 de julho. De acordo com fontes do eurogrupo, em cima da mesa pode estar mesmo a retirada das propostas das instituições.