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EUA-Cuba: embaixadas abrem em julho mas fim do embargo pode estar longe

EUA-Cuba: embaixadas abrem em julho mas fim do embargo pode estar longe
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Barack Obama oficializou esta quarta-feira o restabelecimento das relações diplomáticas entre os Estados Unidos e Cuba, que será concretizado com a

Barack Obama oficializou esta quarta-feira o restabelecimento das relações diplomáticas entre os Estados Unidos e Cuba, que será concretizado com a reabertura, a 20 de julho, das embaixadas fechadas há mais de meio século.

Mas Havana exige o fim do embargo económico à ilha, antes de se poder falar numa normalização completa dos laços entre os dois países.

O correspondente da euronews, Stefan Grobe, diz que “o novo rumo face a Cuba constitui uma importante vitória diplomática para a administração Obama. Voltar a ver a bandeira cubana içada [numa embaixada em Washington] será histórico. Mas o levantamento do embargo ainda poderá demorar”.

Para a analista do “think tank” norte-americano Conselho do Atlântico, Rachel DeLevie-Orey, especializada na América Latina, ainda existem muitas questões, como “o tratamento dos dissidentes, os Direitos Humanos ou o acesso à informação, que continuam a ser fonte de conflito e divergências”.

Para muitos cubanos, a abertura das embaixadas representa finalmente a oportunidade de conseguirem um visto para o território norte-americano, para voltarem a ver familiares há muito exilados.

Um homem explica que estava “na mesma situação há mais de cinquenta anos. Isto vai beneficiar o país em vários aspetos e também todos aqueles que querem voltar a reunir-se com familiares que estão nos Estados Unidos”.

Se na ilha a abertura é globalmente vista com bons olhos, entre a comunidade exilada em Miami as opiniões dividem-se, com muitos a destacarem, nomeadamente, a opressão do regime cubano face à dissidência.

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