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Afeganistão: Presidência confirma morte do "mullah" Mohammed Omar

Afeganistão: Presidência confirma morte do "mullah" Mohammed Omar
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O “mullah” Mohammed Omar está mesmo morto.

A notícia foi confirmada pela presidência do Afeganistão.

De acordo com um comunicado, o governo afegão, “com base em informações credíveis, confirma que o “mullah” Mohammed Omar, líder dos talibãs, morreu em abril de 2013, no Paquistão”.

De acordo com um antigo membro do governo talibã, que ocupou o poder entre 1996 e 2001, “mullah” Omar morreu de tuberculose, há mais de dois anos, e o corpo foi reconhecido pelo filho.

Nas ruas de Cabul, a notícia da morte do líder supremo daquele movimento insurgente do Afeganistão foi recebida com júbilo.

Um afegão gosta da notícia porque “o ‘mullah’ Omar era um chefe de grupos terroristas no Afeganistão. Ele liderou inúmeras destruições, ataques suicidas, e matou muitos civis inocentes, no Afeganistão. Enquanto cidadão afegão estou feliz por ele estar morto.”

“Estou feliz ao saber da morte de ‘mullah’ Omar, mas não ficarei feliz pois após a sua morte vem outro para lhe suceder”, avisa outro afegão.

O último ataque, reivindicado pelos talibãs foi em junho, em Cabul, e visou o Parlamento afegão. Sete pessoas morreram e mais de vinte ficaram feridas.

O governo do Afeganistão afirma que estão criadas condições para que as conversações de paz tenham êxito. No comunicado, a presidência de
Ashraf Ghani “convida todos os grupos armados da oposição para aproveitarem a oportunidade e aderirem ao processo de paz.”

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