EventsEventos
Loader

Find Us

FlipboardLinkedin
Apple storeGoogle Play store
PUBLICIDADE

Milhares saíram à rua para exigir demissão de Dilma Rousseff

Milhares saíram à rua para exigir demissão de Dilma Rousseff
Direitos de autor 
De  Nelson Pereira
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

Dezenas de milhares de brasileiros exigiram este domingo a demissão de Dilma Rousseff, que responsam pela crise económica e pela corrupção no país

PUBLICIDADE

Dezenas de milhares de brasileiros exigiram este domingo a demissão de Dilma Rousseff, que responsam pela crise económica e pela corrupção no país.

Convocadas nas redes sociais como protesto independente dos partidos políticos, as manifestações foram encorajadas por várias iniciativas de oposição ao governo, como os movimentos “Vem Prá Rua”, “Movimento Brasil Livre” e “Revoltados Online”.

Estes movimentos preferiram sublinhar o carácter espontâneo e apartidário dos protestos, uma linha igualmente adotada pelo principal partido de oposição, o PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira) de Aécio Neves.

As manifestações tiveram lugar em várias cidades do país, mas também em Portugal e noutros países.

Demonstrations in #Brasilia#VemPraRua#VemPraRua16Agopic.twitter.com/8w1RTuoK8l

— Rey Castro (@Rey_Brazil) August 16, 2015

Foi a terceira vez este ano que os brasileiros saíram à rua para protestar contra a presidência de Dilma.

Embora o principal alvo destes protestos seja Dilma Rousseff, a recente detenção de José Dirceu, o ex-ministro de Lula da SIlva, suspeito de envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras, reforçou no país a indignação contra Lula e o Partido dos Trabalhadores.

Anti-Rousseff demonstration in Sao Paulo, 16/08/2015

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

Protesto pede justiça para adolescente morto em operação policial no Rio de Janeiro

Manifestação em São Paulo contra a proibição das drogas

Forças de segurança realizam operações na capital da Nova Caledónia para controlar onda de violência