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Mein Kampf, em versão comentada, volta às livrarias

Mein Kampf, em versão comentada, volta às livrarias
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Setenta anos passados sobre a queda do III Reich e o suicídio de Hitler o seu livro, “Mein Kampf”, volta a circular pelo mundo.

Numa altura em que os direitos da obra entram no domínio público, a Alemanha, França e Portugal estão entre os países que editam uma versão comentada por historiadores.

Este comediante não acredita que a obra ainda tenha o poder de influenciar: “Estou completamente convencido de que ninguém será levado para o caminho errado por ler “Mein Kampf”. Pelo contrário, se ele já estava no caminho errado, será claramente levado a corrigir-se”.

A publicação do manifesto que enuncia as bases ideológicas do programa político de Hitler e teoriza sobre o desejo de erradicação dos judeus estava proibida por decisão dos ministros regionais da Justiça da Alemanha, com o objetivo de impedir, a nível penal, qualquer “incitação ao ódio” e por respeito às vítimas do nazismo.

Sobrevivente de Auschwitz, Esther Bejarano comenta: “Acho esta publicação um ideia muita negativa Eu não tenho palavras para isso. Nunca pensei que tal coisa pudesse acontecer”.

A edição comentada de “Mein Kampf” será publicada na Alemanha no início de janeiro entre 8 e 11. O livro, que terá um total de 1.948 páginas, será vendido por 59 euros.

Um alemão foi condenado hoje a seis meses, em liberdade condicional, por exibição de uma tatuagem com o perfil do edifício principal do campo de extermínio nazista de Auschwitz e o slogan “Jedem das Seine” (“Para cada um o seu”).