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Jornalista capta imagens chocantes em morgue de Luanda

Jornalista capta imagens chocantes em morgue de Luanda
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De  Filipa Soares
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NOTA: Este vídeo contém imagens chocantes que podem ferir a suscetibilidade de alguns espetadores “A Morgue” é o título de uma reportagem choque

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NOTA: Este vídeo contém imagens chocantes que podem ferir a suscetibilidade de alguns espetadores

“A Morgue” é o título de uma reportagem choque efetuada por Rafael Marques, numa altura em que o número de mortes por febre-amarela ou malária não para de aumentar em Angola. O jornalista angolano, que recusa calar-se perante o regime, passou várias horas na morgue do Hospital Josina Machel, em Luanda.

O relato, publicado no seu blogue Maka Angola, traça um cenário de horror e miséria. São as famílias que levam bidões de água para lavar os corpos dos seus familiares, no exterior da morgue. Depois vestem-nos e transportam-nos, deixando para trás o sangue, a água e as roupas contaminadas, às quais tiveram expostos sem grande proteção.

A principal morgue de #Angola ou a visão do inferno. https://t.co/3ZjSzGKSsEpic.twitter.com/ZrkQQcHkOx

— Maka Angola (@makaangola) 24 de março de 2016

Angola debate-se com a primeira epidemia de febre-amarela em 30 anos, que já terá matado quase 200 pessoas desde dezembro, segundo os números avançados pela Organização Mundial de Saúde. A malária, que é a principal causa de morte no país, também tira vidas a um ritmo assustador: seis mil ao ano, de acordo com dados do Programa Nacional de Controlo da Malária.

Na semana passada, o ministro da Saúde angolano, Luís Gomes Sambo, reconheceu que os hospitais estão a ficar sem capacidade de resposta face às epidemias de malária e febre-amarela, mas não declarou o estado de emergência.

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