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UE prolonga sanções e Putin diz que não guarda "rancor" aos europeus

UE prolonga sanções e Putin diz que não guarda "rancor" aos europeus
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A União Europeia prolongou por um ano, ou seja, até junho de 2017, as sanções à Rússia, devido à anexação da Crimeia. A questão das sanções acaba por ensombrar o Fórum Económico de São Petersburgo.

As sanções relativas à anexação da Crimeia, em 2014, proíbem os investimentos na península e a importação dos produtos da Crimeia para a UE.

O presidente russo, Vladimir Putin, evitou falar da situação económica interna, degradada devido às várias sanções internacionais. Preferiu destacar os problemas estruturais da economia mundial.

O chefe de Estado russo acrescentou: “As atuais tensões geopolíticas têm sido causadas pela incerteza económica e o esgotamento dos recursos de crescimento. É um risco e estas tensões podem mesmo ter sido provocadas artificialmente”.

Após um encontro com o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, à margem do fórum, Putin revelou que não guarda rancor e está pronto a reatar a cooperação com os europeus, desde que esta não seja unilateral.

O presidente russo convida os políticos europeus a ouvir os seus empresários: “Após as recentes reuniões com representantes empresariais da Alemanha e da França, os empresários europeus querem cooperar com o nosso país. Os políticos deveriam ouvir os empresários. Eles demonstram sabedoria, perspicácia e flexibilidade”.

Nos próximos dias, a UE decide se prolonga ou não as sanções à Rússia relativas à sua alegada implicação no conflito ucraniano.