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Presidenciais EUA: A batalha dos impostos

Presidenciais EUA: A batalha dos impostos
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De  Ricardo Figueira
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Trump quer baixar impostos às empresas, Hillary quer fazer os ricos pagar mais.

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Na campanha para as presidenciais americanas, os impostos são o tema da mais recente batalha entre Donald Trump e Hillary Clinton.

O candidato republicano promete reduções radicais nos impostos pagos pelas empresas: “As políticas devem ser orientadas no sentido de manter os empregos e a riqueza dentro do território americano. Segundo o meu plano, nenhuma empresa americana vai pagar, em impostos, mais que 15% do volume de negócios. Por outras palavras, reduzimos os impostos de 35% para 15%”, disse Trump.

Being in Detroit today was wonderful. Quick stop in Ohio to meet with some of our great supporters. Just got back home!

— Donald J. Trump (@realDonaldTrump) August 9, 2016

Hillary Clinton aproveitou a deixa dada pelo adversário e prometeu que, com ela, nada vai ser assim e os ricos vão pagar pelos mais pobres.

Segundo a candidata democrata, o plano fiscal de Trump, em vez de garantir os empregos, apenas ajuda os multimilionários como ele: “O plano de Trump implica reduções gigantescas nos impostos das grandes empresas e dos super-ricos, como ele e quem lhe escreveu aquele discurso. Nós vamos fazer com que os mais ricos paguem a sua justa parte. Como tenho dito, ao longo desta campanha, não vou subir os impostos à classe média. Mas, com a vossa ajuda, vamos aumentá-los aos mais ricos, porque é aí que o dinheiro está”.

Hillary respondeu assim às ideias propostas por Trump em Detroit, no Michigan, aquela que já foi a capital da indústria automóvel americana e é hoje uma região minada pelo desemprego. Há uma semana, Trump apresentou um conjunto de 13 conselheiros económicos.

Donald Trump's economic plan:
1. Lower wages
2. Fewer jobs
3. More debt
4. Tax breaks for the 0.1%https://t.co/OLU4htKlcV

— Hillary Clinton (@HillaryClinton) August 8, 2016

O candidato dos republicanos sofreu um revés com a carta, assinada por 50 figuras do próprio partido ligadas à defesa, que dizem não votar em Trump, por “representar um perigo à segurança do país”.

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