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China ratifica Acordo de Paris sobre alterações climáticas

China ratifica Acordo de Paris sobre alterações climáticas
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A China, o maior poluidor do planeta, ratificou, sábado, o acordo mundial alcançado na cimeira do clima de Paris (COP21) do ano passado, informou a agência oficial Xinhua; um importante passo para que o pacto possa entrar em vigor.

O anúncio foi feito no momento em que os líderes das 20 maiores economias do mundo, o Grupo dos 20 (G20), começaram a chegar à cidade chinesa de Hangzhou para a cimeira de domingo e segunda-feira.

Washington deve seguir o exemplo de Pequim: à margem da Cimeira, o presidente dos EUA, Barack Obama pode anunciar, juntamente com o seu homólogo Xi Jinping, a ratificação do Acordo de Paris – do qual foi um dos principais arquitetos

China e os EUA, os dois países mais poluentes do mundo, representam cerca de 38% das emissões globais de carbono, as nações do G20 são responsáveis ​​por aproximadamente 80%.

Destinado a substituir em 2020 o Protocolo de Quioto, o Acordo de Paris tem como objetivo manter o aumento da temperatura média mundial abaixo de 2 graus centígrados em relação aos níveis pré-industriais.

O Acordo de Paris é o primeiro pacto universal para combater as alterações climáticas e só entra em vigor após ser ratificado por pelo menos 55 países que somem no total 55% das emissões globais.

O Acordo foi formalmente assinado por 175 países em abril, em Nova Iorque, mas cada país deve a seguir, de acordo com seus termos (votação no Parlamento, decretos, etc.), ratificar o texto.

Antes da Assembleia Nacional Popular, o parlamento chinês, ratificar o acordo, apenas 23 países foram até ao fim do processo; essencialmente pequenos estados insulares que se encontram entre os mais vulneráveis às alterações climáticas, mas representam apenas
1,08% das emissões globais, de acordo com a Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas.