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Migrantes: Menos pessoas mas mais mortos no Mediterrâneo

Migrantes: Menos pessoas mas mais mortos no Mediterrâneo
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De  Miguel Roque Dias
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Estas são imagens que se tornaram parte do quotidiano, no Mar Mediterrâneo.

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Estas são imagens que se tornaram parte do quotidiano, no Mar Mediterrâneo.

Todos os dias, centenas de pessoas tentam chegar à Europa.

De acordo com os dados da Organização Internacional para as Migrações, entre 1 de janeiro e 4 de setembro de 2016, mais de 288 mil de migrantes e refugiados chegaram à Europa, por mar.

Número inferior aos 500 mil registados entre o início de janeiro e o fim de setembro, do ano passado.

Na sua maioria são provenientes da África subsariana.

Chegadas ao Velho Continente, estas pessoas esperam conseguir refazer as suas vidas, com melhores condições.

Nos navios de resgate e salvamento, de várias nacionalidades, as autoridades tentam encontrar pistas de modo a prender traficantes e contrabandistas de migrantes.

“Como é que eles chegam à Líbia? Quem é que trata da viagem de barco? Quanto pagam? Todas estas coisas… Tentamos identificar quem é que controla o barco, quem tem funções a bordo, e entregamos à polícia italiana a informação que recolhemos, de modo a terem algumas pistas para poderem investigar”, afirma o oficial, Geir Hilmarsen.

Só na segunda-feira, a Marinha italiana resgatou mais de 2700 pessoas do Mar Mediterrâneo. Recuperaram, ainda, 15 cadáveres.

#Italy rescued more than 2,700 migrants off the coast of #Libya on #LaborDayhttps://t.co/OcOdmnxeDh#migrantcrisispic.twitter.com/ivaFNuYtYO

— Italy in US (@ItalyinUS) September 6, 2016

O número de vítimas mortais tem aumentado.

A Organização Internacional para as Migrações revela que este ano, até 4 de setembro, mais de 3100 pessoas morreram, mais do que as 2900 registadas entre janeiro e final de setembro de 2015.

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