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Manifestação anti-americana nas Filipinas durante a visita do presidente Duterte à China

Manifestação anti-americana nas Filipinas durante a visita do presidente Duterte à China
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De  João Peseiro Monteiro com Reuters, EFE
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A presença americana nas Filipinas foi contestada por um milhar de manifestantes, esta quarta-feira.

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A presença americana nas Filipinas foi contestada por um milhar de manifestantes, esta quarta-feira. O protesto decorreu em frente da embaixada dos Estados Unidos em Manila e teve momentos de alguma violência. A polícia fez 29 detenções e 10 pessoas tiveram de receber tratamento hospitalar depois de terem sido atropeladas por uma carrinha da polícia que foi atacada pelos manifestantes.

A tensão entre o arquipélago asiático e a antiga potência colonial tem vindo a intensificar-se, em particular depois da eleição do presidente Rodrigo Duterte em maio deste ano.

Washington critica a política antidroga de Manila, que fez mais de 3.700 mortos nos últimos meses, e na resposta Duterte disse a Obama para “ir para o Diabo”.

Watch Philippine leader Rodrigo Duterte tell Barack Obama to “go to hell” pic.twitter.com/MA4miAPXT5

— The Telegraph (@Telegraph) 5 de outubro de 2016

Este mês o presidente filipino anunciou o fim das manobras militares conjuntas com os americanos e afirmou estar disposto a fazê-lo com chineses e russos.

#Duterte backs up insult with action: #Philippines to suspend joint exercises and patrols with US military. https://t.co/mPttI9XDMI

— Mira Kamdar (@mirakamdar) 8 de outubro de 2016

É neste contexto que o chefe de Estado e de governo filipino aterrou em Pequim esta terça-feira, para uma visita de 4 dias.

Questionado pela televisão chinesa se estaria a afastar-se dos Estados Unidos, Duterte respondeu que não, mas que pretende ter relações de amizade com toda a gente e que ninguém o pode impedir de fazer negócios com a China. Duterte rematou afirmando que este é “um momento determinante”.

JUST IN: #DuterteInChina in today's Inquirer front page. Sign up for the full issue at https://t.co/KFEmwNDCqHpic.twitter.com/TlRtqtVq5l

— Inquirer (@inquirerdotnet) 18 de outubro de 2016

O presidente filipino viajou com várias centenas de empresários e deu o dito por não dito ao afirmar que, afinal, não iria abordar o principal pomo de discórdia entre os dois países: a disputa pela soberania das ilhas Spratly, no Mar da China Meridional.

The Philippines Is About to Give Up the South China Sea to China https://t.co/NsoWnhhVjZ | stevemollman</a> via <a href="https://twitter.com/qz">qzpic.twitter.com/trPlCHjxRN

— Defense One (@DefenseOne) 13 de outubro de 2016

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