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OCDE: Crescimento da economia portuguesa afetado pela fragilidade da banca

OCDE: Crescimento da economia portuguesa afetado pela fragilidade da banca
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A OCDE é mais pessimista do que o Governo português :a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico prevê que a economia nacional cresça apenas 1,2% em 2017, devido à falta de investimento, causada pela fragilidade da banca e pelo endividamento empresarial.

No relatório divulgado esta segunda-feira, que foi preparado pelo departamento de Estudos Económicos liderado pelo ex-ministro Álvaro Santos Pereira, a organização reviu em alta as perspetivas económicas da zona euro. Já em relação ao crescimento global, o secretário geral da organização, Angel Gurria, lembra “que muitos das armadilhas que provocam o crescimento lento continuam a existir. Mas de facto existe uma razão para ter esperanças de que a economia global esteja num momento de inflecção”.

Para o Reino Unido, a OCDE tem uma perspetiva menos negativa do que há dois meses, já que subiu em duas décimas a previsão de crescimento do PIB em 2016 para 2% e em 2017 para 1,2%.

As eleições nos Estados Unidos também foram alvo de análise: a organização acredita que o plano de despesa e de redução de impostos de Donald Trump pode permitir duplicar o crescimento económico dos EUA em 2018. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico prevê que a economia norte-americana cresça 2,3% em 2017 e 3,0% em 2018.