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Gâmbia: Novo presidente acusa antecessor de ter saqueado cofres públicos

Gâmbia: Novo presidente acusa antecessor de ter saqueado cofres públicos
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De  Euronews
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O novo presidente gambiano acusa o seu antecessor de ter desviado dezenas de milhões de euros de dinheiro público nas últimas duas semanas.

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O novo presidente gambiano acusa o seu antecessor de ter desviado dezenas de milhões de euros de dinheiro público nas últimas duas semanas.

A denúncia surge depois do ex-chefe de Estado, Yahya Janneh, no poder há mais de 22 anos, ter finalmente aceite abandonar o cargo e o país, no sábado.

No avião que o transportou para a Guiné Equatorial, Janneh, levaria mais do que objetos pessoais, segundo um conselheiro do novo presidente.

“Apenas no espaço de duas semanas, cerca de 500 milhões de Dalasis (ao redor de 11 milhões de euros) foram levantados pelo antigo presidente. Trata-se de muito dinheiro”, afirma Mai Ahmad Fatty.

Segundo um jornalista gambiano, o ex-presidente teria mesmo tentado transportar com ele as viaturas de luxo da presidência, fotografadas esta madrugada no aeroporto da capital. As novas autoridades terão já bloqueado a saída dos veículos.

#Gambia's Prez Adviser Mai #Fatty says remaining luxury cars at Airport waiting to be sent to Ex-Prez #Jammeh will not move out an inch pic.twitter.com/xxP6jBmjRl

— Alhagie Jobe (@freejobe39) January 23, 2017

As acusações surgem num momento em que o novo presidente Adama Barrow, rejeita regressar imediatamente ao país, depois de ter assumido o cargo, no exílio, no Senegal, na semana passada.

Barrow evoca questões de segurança, tendo pedido aos principais responsáveis dos serviços do Estado gambiano que se aliem a ele.

Milhares de pessoas celebraram este domingo a partida do antigo presidente, depois das forças africanas terem assumido o controlo do palácio presidencial em Banjul.

As tropas senegalesas integradas numa operação apoiada pela União Africana e pela ONU deverão permanecer no país para assegurar a transição pacífica do poder.

Desde as eleições de 1 de Dezembro que o antigo presidente rejeitava reconhecer a derrota eleitoral.

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