EventsEventos
Loader

Find Us

FlipboardLinkedin
Apple storeGoogle Play store
PUBLICIDADE

Número de crianças utilizadas pelo Boko Haram em atentados suicidas aumenta significativamente (UNICEF)

Número de crianças utilizadas pelo Boko Haram em atentados suicidas aumenta significativamente (UNICEF)
Direitos de autor 
De  Euronews com reuters, lusa, efe, afp
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

A UNICEF registou um aumento significativo no número de crianças usadas pelo grupo 'jihadista' Boko Haram como bombistas suicidas.

PUBLICIDADE

A UNICEF registou um aumento significativo no número de crianças usadas pelo grupo ‘jihadista’ Boko Haram como bombistas suicidas.

A agência das Nações Unidas afirma que, nos primeiros três meses do ano, 27 crianças foram utilizadas pelo grupo terrorista nigeriano em atentados suicidas, três vezes mais do que igual período de 2016.

Os dados foram revelados no relatório “Vergonha silenciosa: as vozes das crianças na crise do lago Chade”.

“São estigmatizadas como crianças que cometeram atos considerados inaceitáveis pela comunidade” a que pertencem, refere uma responsável da UNICEF. “O problema com a rejeição e o estigma é que estas crianças ficam isoladas e, se ficam isoladas, aumenta a possibilidade de regressarem ao Boko Haram”, conclui Fatima Ibrahim.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) realça contudo que “estas crianças são vítimas, não criminosos”. A agência da ONU considera que o aumento do número de crianças utilizadas em ataques suicidas é o reflexo “de uma tática alarmante” utilizada pelos terroristas. A maioria dos menores utilizados nestes atentados eram raparigas. Desde 2014, o Boko Haram utilizou 117 crianças como bombistas suicidas em ataques na Nigéria, no Chade e nos Camarões.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

UE: uma em cada quatro crianças em risco de pobreza

Uma em cada seis crianças no norte da Faixa de Gaza sofre de desnutrição grave

Doenças em Gaza "podem matar mais do que a guerra", diz responsável