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Venezuela: Marcha silenciosa contra a violência

Venezuela: Marcha silenciosa contra a violência
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Depois da violência, a marcha em silêncio.

Depois da violência, a marcha em silêncio. Os movimentos de oposição ao governo de Nicolás Maduro realizaram este sábado um protesto silencioso em Caracas, na Venezuela, sobretudo contra a força usada pela polícia e pelas milícias armadas que apoiam o governo.

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A manifestação foi convocada pela coligação Mesa da Unidade Democrática (MUD) para homenagear também as 22 pessoas que morreram nas últimas três semanas de protestos: 13 perderam a vida esta sexta-feira.

A mulher de um dos líderes da oposição Leopoldo Lopez, pede a Nicolas Maduro que perceba que “esta é uma marcha pacífica, não querem violência”. Lilian Tintori garante que “o povo vai resistir porque quer paz e tranquilidade e que os venezuelanos só querem ter acesso aos alimentos e aos medicamentos”

Esta marcha que chegou a ser proíbida pelas autoridades, conseguiu chegar ao centro de Caracas mas foi acompanhada de muito perto pela polícia e militares.

Outra manifestante contesta a ação das forças de segurança e acusa “os polícias de serem criminosos pagos pelo governo e que não permitem manifestações”.

Destaque ainda para um protesto que ocorreu este sábado nas ruas do Funchal, na Madeira: duas centenas de pessoas manifestaram-se contra o que consideram “ditadura” do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e apelaram à realização de eleições livres na Venezuela.

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