EventsEventosPodcasts
Loader
Encontra-nos
PUBLICIDADE

Protecionismo económico de Trump vinga no FMI

Protecionismo económico de Trump vinga no FMI
Direitos de autor 
De  Euronews
Publicado a
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

Depois do G20, o FMI e o Banco Mundial revêem a sua posição sobre o protecionismo económico, após a eleição de Donald Trump e quando os mesmos argumentos anti-globalização dominaram a campanha das pre

PUBLICIDADE

Depois do G20, o FMI e o Banco Mundial revêem a sua posição sobre o protecionismo económico, após a eleição de Donald Trump e quando os mesmos argumentos anti-globalização dominaram a campanha das presidenciais francesas.

A reunião da Primavera das duas organizações foi marcada por um comunicado final sem referências à luta contra o “patriotismo económico”, com os participantes a defenderem apenas, “o fim das desigualdades ao nível do comércio mundial”.

A diretora da organização, Christine Lagarde, não hesitou em interrogar, em pessoa, e frente à plateia em Washington, o secretário do tesouro norte-americano, Steven Mnuchin:

“Como vê o livre comércio e que melhorias prevê no âmbito desse comércio livre e justo?”.

“O presidente acredita em acordos de comércio recíprocos. O que não é livre nem justo é ver o nosso mercado aberto quando outros países ou mantêm as tarifas alfandegárias altas ou impõem barreiras às importações. Estamos a discutir estes temas de forma, até agora, muito produtiva”.

Para a diretora do FMI, a organização deverá mudar a sua análise, dos riscos financeiros para as ameaças geopolíticas à economia mundial, da promoção do crescimento económico à defesa de um crescimento mais inclusivo.

O G20 tinha também evitado criticar o protecionismo económico na sua reunião do mês passado na Alemanha, alegadamente sob pressão dos EUA.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

Carne de porco pode ser arma da China para guerra comercial - qual o perigo para a UE?

Exportações de petróleo da Rússia atingem pico desde invasão da Ucrânia

Vai Roma abandonar "A Nova Rota da Seda"?