Jornalistas mexicanos unidos contra a violência

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De  Ricardo Figueira
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Javier Valdez foi o sexto jornalista morto este ano no país.

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Chega de violência contra os jornalistas – Foi o grito que levou várias dezenas de pessoas, sobretudo profissionais da Comunicação Social, à rua, na Cidade do México, depois do assassínio de Javier Valdez, fundador e diretor de um jornal no Estado de Sinaloa, envolvido numa cruzada contra os cartéis da droga. Desde o início do ano, os cartéis assassinaram já seis jornalistas no México.

“A impunidade dos crimes contra jornalistas é um convite a que continuem a ser mortos. Não há consequências”, diz uma jornalista. Outro profissional da imprensa afirma: “Nós, jornalistas, não somos pessoas especiais. Somos como qualquer outro cidadão. Mas estão a arrancar os olhos e os ouvidos a esta sociedade”.

Valdez tinha já sido alvo de várias ameaças e tentativas de assassínio no passado, incluindo um episódio em que criminosos atiraram uma granada para dentro das instalações do jornal, depois de uma reportagem sobre os cartéis em Ciudad Juárez. Num episódio mais recente, seis jornalistas foram cercados por cerca de cem homens armados e foi-lhes roubado o material.

Reitero nuestro compromiso con la libertad de expresión y prensa, fundamentales para nuestra democracia.

— Enrique Peña Nieto (@EPN) May 15, 2017

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