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Colômbia: Cessar-fogo e de hostilidades com três "violações graves"

Colômbia: Cessar-fogo e de hostilidades com três "violações graves"
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Um relatório do Mecanismo de Monitorização e Verificação, encarregue de vigiar o cumprimento do acordo de paz na Colômbia, alerta para vários incidentes registados, três deles considerados "violações graves” em apenas 30 dias.

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Um relatório do Mecanismo de Monitorização e Verificação, encarregue de vigiar o cumprimento do acordo de paz na Colômbia, alerta para vários incidentes, três deles considerados violações “graves” em apenas 30 dias, que perturbam o cessar-fogo e de hostilidades definido pelo Governo e pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, FARC.

Desde fevereiro registaram-se dez episódios em diferentes partes do país. Destes, quatro foram considerados como “incumprimentos”, três como “violações leves” e três como “violações graves”.

A primeira destas “violações graves” data de 09 de maio, no departamento de Antioquia, quando um elemento das FARC tentou violar dois menores. A 31 de maio, em Colinas, uma patrulha do exército fez vários disparos e feriu um militar na perna ao entrar na chamada zona transitória de normalização, ignorando os alertas das FARC.

No sábado passado, 03 de junho, em Caño Indio, no norte de Santander (nordeste), um helicóptero “sobrevoou a zona transitória de normalização a baixa altitude aparentemente em tarefas de reabastecimento de unidades militares da área”.

O acordo de paz foi firmado no final do ano passado, mas o líder das FARC, Rodrigo Londoño, fala num “reiterado incumprimento” do mesmo por parte do Governo.

O Mecanismo de Monitorização e Verificação é composto por observadores das Nações Unidas, elementos do Governo e das FARC.

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