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Um caminho acidentado no domínio social

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Angola é um país com potencial mas com desafios grandes pela frente. É o País Africano de Língua Oficial Portuguesa mais afetado pela fome, segundo o Índice Global da Fome 2016, do International Food Policy Research Institute. A maioria da população vive na pobreza. Em 2015 tinha a taxa de mortalidade mais alta do mundo e a segunda pior esperança de vida à nascença. Apenas 49 por cento da população tinha acesso a água potável e 52 por cento a saneamento básico. Dados da Organização Mundial da Saúde.

Desde 2014 que se criam cada vez menos empregos em Angola. A taxa de desemprego situa-se acima dos 20 por cento, segundo projeções do Instituto de Estatística de Angola, para 2017. A China, por exemplo, maior financiador do país, importa o capital humano para a construção de infraestruturas em Angola, alegando falta de qualificação dos angolanos.

A educação é outro desafio. A escolaridade é obrigatória e gratuita até ao nono ano. Continuam a faltar escolas e professores. A taxa de abandono escolar é bastante elevada. Com o programa “Educar Angola” as autoridades esperam melhorar o ensino no país até 2030.

O país começa a tentar diversificar a sua economia, corrigir erros, mas o caminho é longo. A organização não-governamental Human Rights Watch diz que os Direitos Humanos, em Angola sofreram com a repressão governamental.