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Urnas fechadas em Angola após sufrágio sereno

Urnas fechadas em Angola após sufrágio sereno

Quase 10 milhões de pessoas foram chamadas às urnas esta quarta-feira, 23 de agosto, para eleger um novo Presidente para Angola. Com José Eduardo dos Santos, o líder do país desde 1979, a abandonar a vida política ativa, a única certeza dos angolanos é que haverá um novo homem no leme do país. A Comissão angolana de Eleições revelou que, apesar de algumas falhas, o processo de sufrágio correu com serenidade e sentido de Estado.

Quase 10 milhões de pessoas foram chamadas às urnas esta quarta-feira, 23 de agosto, para eleger um novo Presidente para Angola. Com José Eduardo dos Santos, o líder do país desde 1979, a abandonar a vida política ativa, a única certeza dos angolanos é que haverá um novo homem no leme do país. A Comissão angolana de Eleições revelou que, apesar de algumas falhas, o processo de sufrágio correu com serenidade e sentido de Estado.

Também o ativista Luaty Beirão sublinha a serenidade em comparação com as anteriores Eleições Gerais. “Correu melhor do que em 2012. Houve um período do dia em que caíram bastantes reclamações, mas por comparação com o dia 31 de agosto de 2012 foi sem dúvida muito mais calmo, muito mais tranquilo”, explicou o também músico.

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