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Norte-americanos opositores ao "clima" de Trump na conferência de Bona

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O ex-presidente da câmara de Nova Iorque, Michael Bloomberg, e o antigo vice-presidente dos EUA e Nobel da Paz, Al Gore, foram alguns dos rostos na COP 23

“Washington não pode parar o empenho dos americanos na aplicação do acordo do clima de Paris” – A vontade expressa por uma delegação norte-americana não oficial à margem da conferência do clima em Bona (COP 23) na Alemanha.

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A corrente de protestos contra Donald Trump e a sua administração enchou as ruas da cidade alemã num apelo simultâneo a uma ação ainda mais forte para poupar as geraçôes vindouras das catástrofes previstas ocorrerem com o aquecimento global.

O ex-presidente da câmara de Nova Iorque, Michael Bloomberg, e o antigo vice-presidente dos EUA e Nobel da Paz, Al Gore, são apenas duas das faces de políticos e empresários por detrás do compromisso americano do “We are still in”, uma plataforma pan-norte-americana de apoiantes e defensores das metas do Acordo de Paris.

Os presidentes de câmara das cidades norte-americanas de Davenport e Saint Gabriel falaram aos microfones da euronews. ‘Nós queremos ter a certeza que representamos o facto de, aconteça o que acontecer ao nível nacional, todos nós ao longo do Mississipi e nos Estados Unidos ainda mantemos o trabalho que é importante para o clima e outros aspetos relacionados que preocupam e prendem a nossa atenção”, explicou Frank J. Klipsch, presidente da Câmara de Daveport.

“Estamos a tentar pressionar o mundo … para perceber que ainda fazemos parte desta iniciativa e que nos preocupamos”, diz Lionel Johnson, presidente da Câmara de St. Gabriel.

O recém-publicado relatório do grupo “America’s Pledge” refere que as pessoas e instituições não-governamentais que apoiam o pacto de Paris representam 10 milhões de milhões de dólares ou seja, 54% do Produto Interno Bruto dos Estados Unidos em 2016.

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