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Comunidade Internacional pressiona Camboja

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Os Estados Unidos prometem pôr fim ao apoio dado ao Comité eleitoral nacional do Camboja. É a resposta à dissolução do principal partido da oposição decretada pelo Supremo Tribunal do país, mas Washington admite ir mais longe.


A União Europeia também já criticou a decisão tomada a oito meses das eleições gerais e alerta para as consequências comerciais que o país dirigido há mais de três décadas anos pelo primeiro-ministro, Hun Sen, pode vir a enfrentar.

O PRNC, Partido do Resgate Nacional do Camboja foi acusado de traição e de conspiração com agentes estrangeiros para derrubar o Governo. Acusações que, também, recaem sobre o líder da formação detido desde setembro e que incorre numa pena que pode chegar aos 30 anos de prisão. O PRNC diz que tudo não passa de uma manobra política do primeiro-ministro para acabar com a oposição. Uma opinião partilhada por vários analistas.


Indiferente às críticas, Hun Sen que dirige o Camboja desde 1985 insiste que as eleições agendadas para julho de 2018 vão decorrer como previsto. O país organizou as primeiras eleições democráticas com a ajuda da ONU em 1993, ao fim de mais de duas décadas de uma guerra civil onde forma mortas cerca de dois milhões de pessoas.