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Donald Trump admite que EUA podem voltar ao Acordo de Paris

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Donald Trump admite que os Estados Unidos da América podem voltar a integrar o Acordo de Paris para as alterações climáticas.

Contudo, o presidente norte-americano voltou a defender que o pacto mundial era negativo para o país, em declarações prestadas à margem do encontro com a primeira-ministra norueguesa, Erna Solberg, em Washington.

 "O acordo tratou os Estados Unidos de forma muito injusta. Sinceramente, não tenho qualquer problema com o acordo em si, mas tive um problema com o acordo de que assinaram porque, como de costume, fizeram um mau negócio. Por isso, poderiamos eventualmente voltar. Mas quero dizer que somos muito fortes nas questões ambientais e eu preocupo-me muito com o ambiente", afirmou.

Os Estados Unidos anunciaram a saída do acordo em junho de 2017, tornando-se assim no único país do mundo a ficar de fora dos esforços contra o aquecimento global. Apesar da abertura agora demonstrada, Trump não explicou em que moldes se poderia dar o regresso dos Estados Unidos ao Acordo.

Paralelamente, Nova Iorque anunciou um plano de venda de investimentos em combustíveis fósseis dos seus fundos de pensão públicos no valor de 189 mil milhões de dólares.

A Câmara de Nova Iorque, liderada pelo presidente Bill de Blasio, do Partido Democrata, avançou também com um processo a cinco das maiores companhias petrolíferas americanas. Os responsáveis nova-iorquinos vão exigir milhões de dólares como compensação pelo contributo destas empresas para o aquecimento global.

A autarquia justifica a decisão com os investimentos de cerca de 20 mil milhões de dólares que terá de fazer ao longo dos próximos anos para corrigir alguns dos problemas causados pelo fenómeno do aquecimento global e das alterações climáticas.