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Procurar os antibióticos do futuro na Islândia

Procurar os antibióticos do futuro na Islândia
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De  Rodrigo Barbosa
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Segundo os cientistas, trata-se de uma urgência médica: há mais de 30 anos que não é descoberta uma nova classe de antibióticos

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Descobrir os medicamentos do futuro: esta é a missão de uma equipa de cientistas norte-americanos, que escolheram as paisagens tão belas quanto inóspitas da Islândia para procurar novos microorganismos, plantas e moléculas que permitam criar uma nova classe de antibióticos.

Uma missão urgente, já que há mais de três décadas que são usados os mesmos antibióticos e a habituação dos micróbios tornou os medicamentos menos eficazes. Atualmente, estimam-se 700.000 mortes anuais ligadas à resistência aos antibióticos.

Brian Murphy, professor de química médica da Universidade de Illinois diz que "encontrar novos antibióticos que possam ser usados em humanos é como encontrar uma agulha num palheiro, mas não temos escolha. O ritmo ao qual se descobrem novos medicamentos caiu drasticamente, por isso é preciso vir a estes locais para tentar encontrar coisas que ainda não foram descobertas".

A Universidade de Ciências de Reykjavik colabora no estudo. A professora Sesselja Omarsdóttir explica que "podemos encontrar coisas interessantes [em qualquer lado], mesmo no fundo do seu jardim, mas a variedade destas paisagens e o ecossistema tornam a descoberta mais excitante."

Entre os locais onde são conduzidas as pesquisas, um dos mais curiosos é certamente a falha tectónica que separa as placas norte-americana e euro-asiática. A água está a 2 graus centígrados, mas sob o leito de areia, esconde-se a pouca distância o magma vulcânico. Aqui não há peixes, mas os cientistas recolhem amostras à procura de microorganismos que possam vir a dar respostas ao combate às doenças de hoje e do futuro.

Outras fontes • France 2

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