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Envenenamento de Skripal "passa ao lado" dos russos

Envenenamento de Skripal "passa ao lado" dos russos
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De  Nara Madeira
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Meios de comunicação russos dão pouca importância ao envenenamento do ex-espião.

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Na Rússia a questão do envenenamento de Sergei Skripal não está a ser destaque nos meios de comunicação social. A questão está, aliás, a ser tratada com algum desprezo e ironia ou não fosse o antigo espião considerado traidor por Moscovo.

"A história do envenenamento, em Salisbury, não vem na primeira página da maioria dos jornais russos. Em entrevistas, sob condição de anonimato, antigos e atuais oficiais dos serviços secretos russos, apelidam de engraçada, a versão de que Moscovo está envolvida nesta situação. Acrescentam que um ataque a uma pessoa, não relacionada aos jogos de espionagem, não tem a sua assinatura", adianta a correspondente da euronews em Moscovo, Galina Polonskaya.

As autoridades russas continuam a negar qualquer envolvimento no envenenamento de Skripal e lançam acusações:

"O que aconteceu com Skripal foi usado imediatamente para lançar uma campanha anti-Russía nos meios de comunicação ocidentais. Mesmo antes da situação estar esclarecida, começou a fazer-se a tradicional adivinhação de forma selvagem. Toda esta campanha é, obviamente, uma ação concertada", explicou o porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros russo, Maria Zakharova.

O empresário, filantropo e ex-oligarca russo, exilado na Suíça, Mikhail Khodorkovsky, contou, à euronews, com vê esta situação.

"É uma situação triste, toda a gente assume que a culpa é do Kremlin, da Rússia. Dizemos: "tu trabalhas primeiro pela reputação e depois ela trabalha para ti. Infelizmente, no momento, é a má reputação do Kremlin, que obteve em anos anteriores, que está a trabalhar", adianta Khodorkovsky.

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