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BCE responde à letra a Donald Trump

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REUTERS/Ralph Orlowski
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O Banco Central Europeu (BCE) deu mais um passo no abandono dos estímulos ao euro, ao decidir não aumentar a compra de obrigações. O presidente do BCE, Mario Draghi, anunciou que este programa de 2,5 biliões de euros iria continuar para lá de setembro, se necessário, mas deu a entender que não iria ser prolongado para lá do fim do ano. Falou também da ameaça de Donald Trump de aplicar tarifas aos produtos europeus: "Há alguma preocupação com o estado das relações internacionais, porque se aplicamos tarifas aos nossos aliados, quem serão então os nossos inimigos?", disse Draghi.

Há alguma preocupação com o estado das relações internacionais, porque se aplicamos tarifas aos nossos aliados, quem serão então os nossos inimigos?

Mario Draghi Presidente do BCE

No Dia Internacional da Mulher, Draghi não se esquivou a responder a uma pergunta sobre a igualdade. Dos 25 membros do Conselho de Governadores do BCE, apenas dois são mulheres: "Com certeza que o equilíbrio entre os sexos deveria ser melhorado e isso deveria acontecer a todos os níveis".

Nesta conferência que se seguiu à reunião de política monetária, Draghi disse ainda que a economia da Zona Euro poderia vir, este ano, a subir mais que o previsto.

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