Euronews is no longer accessible on Internet Explorer. This browser is not updated by Microsoft and does not support the last technical evolutions. We encourage you to use another browser, such as Edge, Safari, Google Chrome or Mozilla Firefox.

Última hora

Última hora

Síria: Ataque divide europeus e norte-americanos

Síria: Ataque divide europeus e norte-americanos
Tamanho do texto Aa Aa

Nos Estados Unidos e na Europa, são muitos os que criticam a ação militar deste sábado na Síria. Nas ruas, multiplicam-se as manifestações para dizer não aos bombardeamentos. Nas redes sociais, muitos senadores norte-americanos vieram a público dizer o que pensam sobre uma das decisões mais polémicas de Donald Trump. Democratas e republicanos mostram-se divididos exceto sobre a gravidade do recurso a armas químicas. Mas isso, dizem congressistas do próprio partido de Trump não justifica o ataque contra a Síria, muito menos sem a luz verde do Congresso norte-americano.

No Reino Unido, também, o líder trabalhista questionou a legalidade da ação que decorreu sem o aval do Conselho de Segurança da ONU. A chefe de governo britânica que decidiu agir antes de consultar o Parlamento britânico e vai, esta segunda-feira, a Westminster dar explicações.

Críticas que se estendem a França, outros do países envolvido no ataque. O líder dos republicanos francês diz não compreender a utilidade dos bombardeamentos e defende a luta contra o extremismo deve ser a prioridade do país. Já Marine Le Pen alertou para as consequências "imprevisíveis" deste ataque.

Um pouco por todo o mundo são muitos os que dizem não à guerra e apelam a uma solução pacífica para o conflito na Síria.