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Mortos em protestos vão a enterrar

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O chefe de Estado da Nicarágua, Daniel Ortega, diz-se pronto para considerar uma mudança na impopular reforma da segurança social que provocou dias de protestos mortais no país e uma das maiores crises desde que assumiu a presidência.

Pelo menos seis pessoas morreram, e centenas ficaram feridas, desde quarta-feira, alguns funerais decorreram também no sábado.

Os protestos acontecem contra o aumenta nas contribuições dos trabalhadores e a redução no valor das pensões.

"Escolhemos os nossos representantes para dialogarem, em primeiro lugar sobre a questão da segurança social. Que a situação seja discutida para que se possa avançar com as reformas e com este decreto", afirmou o presidente.

Em comunicado, transmitido pela televisão, Ortega adiou para um de julho a entrada em vigor da reforma como para dar tempo para que o governo organize encontros com o setor privado para analisá-las.

O executivo defende que as mudanças na segurança social são necessárias, mas a população, principalmente, jovens e reformados não concorda e iniciou um movimento de protesto na quarta-feira depois de o governo aprovar as alterações.