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Vagas de calor afetam várias regiões do mundo

Vagas de calor afetam várias regiões do mundo
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De  Euronews
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Temperaturas altas anómalas estão a afestar várias regiões do mundo, com consequências graves para a saúde das populações e ambiente.

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Sol, calor e o que para muitos podem ser bonitos dias de verão, está a ser para os japoneses uma combinação mortal. 80 mortos é o resultado até agora de uma vaga de calor que assolou o país.

A 65km de Tóquio, as temperaturas chegaram aos 41 graus centígrados. Não é a primeira vez que acontece, mas dezenas de pessoas já foram encaminhadas para o hospital. Entretanto, novas formas de lidar com o calor mudam o dia-a-dia dos japoneses. Hidekazu Kishimoto trabalha numa empresa onde as tecnologias permitem contornar os obstáculos. "As pessoas estão cansadas de ir trabalhar com este calor e como nós podemos fazer o nosso trabalho a partir de casa, acho que é uma solução melhor", afirma.

Na Europa, o Reino Unido lida com uma onda de calor que não conhecia há sete anos e que pode chegar a uma situação extrema, estando previsto para os próximos dias os termómetros atingirem os 36 graus.

Este verão o nível de precipitçâo ainda não passou dos 47 milímetros. As plantações e a natureza começam a ressentir-se. Paul Pearce-Kelly, da Sociedade Zoológica de Londres antevê as consequências. "Se o tempo quente e seco continuar e tivermos uma seca e as plantas forem afetadas, quando os insetos quiserem depositar os ovos para a próxima geração, aí iremos sentir os efeitos colaterais", alerta.

Na Letónia, o calor extremo dificultou o trabalho dos bombeiros, que não conseguiram impedir que o fogo consumisse centenas de hectares. Perante um cenário de seca acentuada, as autoridades declararam o estado de catástrofe natural para o setor da agricultura.

Com as condições extremas da natureza a não terem qualquer respeito pelas fronteiras dos homens, os Estados têm cada vez mais de partilhar recursos e trabalhar lado a lado, numa tentativa de limitar a devastação trazida pelo calor. Desde 1910 que a Europa não tinha registado um mês de junho tão quente e sem qualquer previsão de que as temperaturas comecem a descer.

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