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Exposição à poluição do ar prejudica a inteligência humana

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Exposição à poluição do ar prejudica a inteligência humana

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A poluição do ar prejudica de forma progressiva as capacidades cognitivas dos seres humanos, sugere um novo estudo realizado na China, um dos países mais poluentes do planeta, com a colaboração de investigadores da universidade americana de Yale.

O estudo incidiu sobre 20 mil residentes na China, ao longo de quatro anos (2010-2014), com recurso a testes de matemática e de linguagem, cruzados com dados geográficos para aferir com maior precisão a qualidade do ar.

Os efeitos notam-se mais em homens com menor nível de educação e agravam-se ao longo do envelhecimento, impondo custos económicos e prejudicando a saúde, realça o estudo, cujos autores admitem poder aplicar os resultados observados na China a 80 por cento da população urbana mundial.

Com o objetivo traçado no Acordo de Paris tremido após a desistência dos Estados Unidos, outro dos mais poluentes do planeta, a União Europeia tem em curso um plano para aumentar a produção de energia a partir de fontes renováveis, como o vento ou o sol, e reduzir de forma significativa a poluição do ar, nomeadamente através de uma transição dos atuais 28 Estados-membros para meios de transporte públicos elétricos.

Os objetivos energéticos e climáticos da UE

Em 2020:

  • 20% de redução, pelo menos, das emissões de gases com efeito de estufa relativamente aos níveis de 1990;
  • 20% da energia obtida a partir de fontes renováveis;

Em 2030:

  • 40% de redução das emissões de gases com efeito de estufa;
  • 27 % da energia da UE, pelo menos, obtida partir de fontes renováveis;
  • 27-30 % de aumento da eficiência energética;
  • 15 % de interligação elétrica (ou seja, 15 % da eletricidade produzida na UE pode ser transferida para outros países da UE)

Em 2050:

  • 80-95 % de diminuição das emissões de gases com efeito de estufa relativamente aos níveis de 1990.

Consulte aqui o Roteiro para a Energia 2050 (PDF), publicado pela Comissão Europeia.