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Itália e Áustria rejeitam criticas da ONU

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Itália e Áustria rejeitam criticas da ONU

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REUTERS/DENIS BALIBOUSE
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As criticas da nova Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos sobre o acolhimento aos migrantes na União Europeia foram mal recebidas por alguns países.

A chilena Michelle Bachelet quer enviar uma equipa de observadores à Áustria para verificar como decorre o repatriamento dos imigrantes, uma decisão que o chanceler austríaco considera desnecessária.

Sebastian Kurz diz que respeita "qualquer decisão da ONU", mas acredita que "no tempo devido a nova Comissária dos Direitos Humanos verá de forma clara que a Áustria foi o segundo país que acolheu o maior número de refugiados per capita da União Europeia, depois da Suécia."

A Itália rejeita as criticas de aumento de violência e racismo para com os migrantes. O ministro italiano do Interior aconselha à Comissária da ONU a ter outras preocupações.

"Se fosse às Nações Unidas, preocupava-me com os estados membros que praticam tortura, mutilação genital, onde os homossexuais são atirados de edifícios ou raparigas são vendidas com 10 anos de idade, em vez de chatear a Itália".

A Hungria também aconselhou um diálogo construtivo com os governos antes de se tirarem conclusões precipitadas. Isto depois de Bachelet ter admitido que ficou chocada quando leu relatórios de que Budapeste recusava dar comida aos migrantes detidos em zonas de trânsito no país.