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Turquia diz ter registo da morte do jornalista saudita desaparecido

Turquia diz ter registo da morte do jornalista saudita desaparecido
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A Turquia anunciou ter gravações áudio e vídeo que provam que o jornalista saudita Jamal Khashoggi for morto no interior do consulado saudita em Istambul.

Funcionários turcos afirmam que o jornalista, que não é visto desde o dia dois de outubro, foi torturado e assassinado no interior do edifício.

A Arábia Saudita nega as alegações e afirma que o jornalista saiu das instalações.

O reino sunita confirmou ainda ter formado uma equipa em conjunto com investigadores turcos para esclarecer as circunstâncias do desaparecimento do jornalista saudita veterano em Istambul.

Reagindo ao desaparecimento do jornalista e pressionado pela opinião pública, o presidente norte-americano, Donald Trump, disse ter investigadores no terreno, mas fontes diplomáticas turcas negam a participação dos Estados Unidos no inquérito.

O presidente norte-americano excluiu um bloqueio à venda de armas aos sauditas, como forma de sanção, declarando que não quer "parar a entrada de enormes quantidades de dinheiro" nos Estados Unidos, já que a Arábia Saudita "está a gastar 110 mil milhões de dólares em equipamento militar e outras coisas que criam empregos no país".

O presidente enfrenta pressões crescentes do Congresso, onde senadores influentes do próprio campo republicano mostram extrema firmeza face ao reino sunita e sublinham que podem bloquear a venda de armas se as suspeitas ácerca da morte do jornalista se confirmarem.