A Euronews deixou de estar acessível no Internet Explorer. Este navegador já não é suportado pela Microsoft, e os mais recentes recursos técnicos do nosso site não podem mais funcionar corretamente. Aconselhamos a utilização de outro navegador, como o Edge, o Google Chrome ou o Mozilla Firefox.
Última hora

360°: uma escola inclusiva para refugiados na Jordânia

360°: uma escola inclusiva para refugiados na Jordânia
Euronews logo
Tamanho do texto Aa Aa

A nossa reportagem 360º numa escola inclusiva para refugiados na Jordânia.

A escola Khawla Bint Al Azwar, no norte de Amã, é um exemplo de educação inclusiva para os refugiados da Jordânia e da Síria. Estudantes com ou sem deficiência frequentam as mesmas aulas. O programa inclusivo da escola jordana foi implementado pela Organização Não Governamental Mercy Corps com o financiamento da Ajuda Humanitária da União Europeia.

"O programa de educação inclusiva centra-se em três pilares: a escola, os pais e a comunidade local e as crianças com deficiência. As escolas são apoiadas para que os professores possam adquirir competências, para comprar material, ferramentas e tecnologias educativas. Os pais e a comunidade são apoiados para que tomem consciência dos desafios. As crianças com deficiência recebem equipamentos e têm sessões de reabilitação, são integradas nas turmas regulares e recebem apoio académico", explicou Maisa Asmar, da ONG Mercy Corps.

Amplificadores de indução magnética para crianças surdas

As escolas têm equipamentos especiais para crianças com deficiência. No caso da surdez, a escola propõe amplificadores de indução magnética, um sistema que elimina a interferência do ruído ambiente.

"O circuito é composto por dois laços, de baixa frequência e de alta frequência. São bobinas de cobre. Temos um amplificador e o professor usa um microfone. Graças a este aparelho, uma criança com deficiência auditiva pode escolher a frequência e ouvir o que está a ser acontecer ao nível dessa frequência. Tudo o que se passa fora dessa frequência e que cria ruído torna-se menos audível", afirmou a responsável da ONG.