Suspensas buscas no Brumadinho

Suspensas buscas no Brumadinho
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Estão suspensas as buscas em Brumadinho, arredores de Belo Horizonte devido à possibilidade de nova derrocada mas noutra barragem da Mina do Córrego do Feijão. O número de mortos é impreciso. Oficialmente, o Governo de Minas Gerais fala em 34. A Agência Brasil aponta já para 37, mas com centenas de pessoas desaparecidas a tragédia é muito maior.

O medo voltou a assombrar os moradores da região quando esta madrugada as sirenes soaram e foi ordenada a evacuação devido à nova ameaça:

Enquanto o governo federal diz que poderá mudar as regras de licenciamento ambiental e de fiscalização das barragens há quem pense que há um problema de base:

Jair Bolsonaro pediu ajuda a Israel que enviou profissionais para apoiar as operações. No terreno, uma corrente humanitária ajuda as vítimas desta tragédia que pode vir a ser pior. Aos "média" o tenente-coronel Flávio Godinho, da Defesa Civil de Minas Gerais, dizia que uma nova derrocada embora traga menos água e terra do que a da primeira barragem, atingirá altas velocidades e terá um alcance maior.

A Polícia Federal e Civil do Brasil abriram inquéritos para investigar os danos ambientais e as mortes.

Já a justiça brasileira determinou, entretanto, o bloqueio de onze mil milhões de reais, o equivalente a 2,6 mil milhões de euros, das contas da Vale.

Foram já atribuídas multas à empresa mineira pela tragédia. O Ibama pede 250 milhões de reais (mais de 58 milhões de euros). A secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais aplicou uma coima de 99 milhões de reais (cerca de 23 milhões de euros).