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Tribunal liberta mulher suspeita do assassinato de Kim Jong-nam

Tribunal liberta mulher suspeita do assassinato de Kim Jong-nam
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Siti Aisyah foi libertada após o tribunal da Kuala Lumpur ter retirado a acusação de homicídio, a pedido do Ministério Público da Malásia. Aisyah e a vietnamita Doan Thi Huong, que continua presa, foram acusadas de ter assassinado Kim Jong-nam, no aeroporto de Kuala Lumpur, em fevereiro de 2017.

Foi libertada a mulher indonésia acusada de ter assassinado Kim Jong-nam, o meio-irmão do líder da Coreia do Norte Kim Jong-un.

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Siti Aisyah foi libertada, esta segunda-feira, após o tribunal da Kuala Lumpur ter retirado a acusação de homicídio, a pedido do Ministério Público da Malásia.

O advogado de Aisyah, Gooi Soon Seng, afirmou que estão "gratos pelo facto do procurador público ter chegado a esta conclusão" pois acredita que "ela é apenas um bode expiatório e é inocente".

Siti Aisyah e a vietnamita Doan Thi Huong, que continua presa, foram acusadas de ter assassinado Kim Jong-nam, no aeroporto de Kuala Lumpur, no dia 13 de fevereiro de 2017.

As duas mulheres aproximaram-se do meio irmão de Kim Jong-un e esfregaram-lhe uma substância no rosto, que mais tarde se veio a saber ser o agente químico VX, extremamente venenoso e mortal.

Siti Aisyah e Doan Thi Huong alegam estar inocentes, afirmando terem sido enganadas e levadas a acreditar que estavam a participar numa brincadeira de um programa de televisão.

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