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Guaidó em assalto final ao poder, regime de Maduro admite travar insurreição pela força

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Guaidó em assalto final ao poder, regime de Maduro admite travar insurreição pela força
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De Bruno Sousa
Publicado a Últimas notícias
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Líder da Assembleia Nacional garantiu ter o apoio dos militares mas as Forças Armadas Venezuelanas estão divididas

Há muito que o rastilho estava aceso, esta terça-feira rebentou finalmente o barril de pólvora nas ruas da Venezuela. O dia começou com Juan Guaidó a dar início à "Operação Liberdade", a derradeira fase do plano para derrubar o regime de Nicolás Maduro.

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Ambas as partes apelaram então à mobilização popular, os venezuelanos, de ambas as partes, responderam ao apelo e as cenas de violência sucederam-se inevitavelmente.

De Caracas surgem relatos de vários feridos, alguns deles atropelados por um veículo das Forças Armadas Bolivarianas, fiéis a Nicolas Maduro.

O anúncio de Guaidó foi feito junto à base militar de La Carlota, rodeado de aproximadamente 40 militares, no entanto as forças fiéis a Maduro não lhe permitiram entrar no quartel. O líder da Assembleia Nacional dirigiu-se então à Plaza Altamira, um bastião da oposição, onde foi recebido pelos seus apoiantes.

Já Nicolás Maduro garantiu no Twitter ter o apoio das principais figuras das Forças Armadas mas isso não significa que a vitória esteja assegurada. O cerco aperta e o ministro da Defesa, Vladimir Padrino, já veio admitir o uso de armas para travar a insurreição.

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